Festival de Brasília 2026: veja os filmes premiados

Por Cadê Brasília ✔
Publicidade
𝖢𝗈𝗆𝗉𝖺𝗋𝗍𝗂𝗅𝗁𝖺𝗋 𝖭𝗈𝗍í𝖼𝗂𝖺!
Fachada Cine Brasília — Foto: Agência Brasília

“Se Eu Fosse Vivo… Vivia” levou o principal prêmio da Mostra Competitiva Nacional; “Tudo é Tempo” foi escolhido pelo público entre os longas.

O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou os vencedores das mostras competitivas neste sábado (19), durante a cerimônia de encerramento realizada no Cine Brasília, na Asa Sul.

📰 Adicione o Cadê Brasília às suas Fontes Preferidas

Na Mostra Competitiva Nacional, o Troféu Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial ficou com “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, de André Novais Oliveira. Já o prêmio de Melhor Curta-Metragem foi para “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro.

Na votação popular, os favoritos foram “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann, entre os longas, e “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia, entre os curtas.

Publicidade

“Se Eu Fosse Vivo… Vivia” vence como melhor longa

O filme de André Novais Oliveira, de Minas Gerais, recebeu o principal Troféu Candango da Mostra Competitiva Nacional.

A produção também conquistou os prêmios de Melhor Roteiro, para André Novais Oliveira, e Melhor Figurino, para Diana Moreira.

O longa ainda recebeu uma Menção Honrosa para Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira. A escritora participa do elenco em sua estreia como atriz.

“Pequenas Tragédias”, de Daniel Nolasco, foi um dos grandes destaques da premiação. O filme venceu em Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator, para Guilherme Théo, além do Prêmio Abraccine de Melhor Longa-Metragem.

“Cana” é eleito melhor curta pelo júri

Entre os curtas, “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro, recebeu o Troféu Candango de Melhor Curta-Metragem pelo Júri Oficial.

Publicidade

A produção também levou os prêmios de Melhor Ator, para Gerin Black, e Melhor Trilha Sonora, além do Prêmio Abraccine de Melhor Curta-Metragem e do Prêmio Canal Brasil.

Pelo voto popular, o prêmio de Melhor Curta-Metragem ficou com “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia.

“Tudo é Tempo” vence pelo voto popular

O documentário “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann, foi escolhido pelo público como Melhor Longa-Metragem da Mostra Competitiva Nacional.

A produção também recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Troféu Saruê.

O resultado fez do filme um dos principais destaques da edição de 2026.

Publicidade

Mostra Brasília tem vitória dupla de “Onde Moram os Irmãos”

Na Mostra Brasília – 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, o longa “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça, foi escolhido como Melhor Longa-Metragem tanto pelo Júri Oficial quanto pelo Júri Popular.

Entre os curtas, “Dora”, de Murilo Abreu, venceu pelo Júri Oficial, enquanto “Hacker Leonilia” foi escolhido pelo Júri Popular.

A mostra também premiou profissionais em categorias como direção, roteiro, atuação, fotografia, direção de arte, trilha sonora, edição de som e montagem.

Veja a lista completa dos vencedores

Mostra Competitiva Nacional — Troféu Candango

Curtas-metragens

  • Melhor Curta-Metragem — Júri Oficial: “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro
  • Melhor Curta-Metragem — Júri Popular: “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia
  • Melhor Direção: Catapreta, por “Fundura”
  • Melhor Roteiro: Nicolau, por “Gastronomia do Olho”
  • Melhor Atriz: Leviathan, por “Futuro Decadance”
  • Melhor Ator: Gerin Black, por “Cana”
  • Melhor Fotografia: Gabriel Lucena, por “Gastronomia do Olho”
  • Melhor Direção de Arte: Catapreta, por “Fundura”
  • Melhor Figurino: Leviathan, por “Futuro Decadance”
  • Melhor Trilha Sonora: Daniel Rone e Guilherme Xavier, por “Cana”
  • Melhor Edição de Som: Daniel Nunes, por “Fundura”
  • Melhor Montagem: Leviathan, por “Futuro Decadance”
  • Prêmio Abraccine: “Pequenas Tragédias”, de Daniel Nolasco

Longas-metragens

Publicidade
  • Melhor Longa-Metragem — Júri Oficial: “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, de André Novais Oliveira
  • Melhor Longa-Metragem — Júri Popular: “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann
  • Melhor Direção: Daniel Nolasco, por “Pequenas Tragédias”
  • Melhor Roteiro: André Novais Oliveira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
  • Melhor Atriz: Martha Nowill, por “Privadas de Suas Vidas”
  • Melhor Ator: Guilherme Théo, por “Pequenas Tragédias”
  • Melhor Atriz Coadjuvante: Aivan, por “Pequenas Tragédias”, e Olivia Torres, por “Privadas de Suas Vidas”
  • Melhor Ator Coadjuvante: Lucas Leto, por “Todo o Sentimento”
  • Melhor Fotografia: Victor de Melo, por “Sabes de Mim, Agora Esqueça”
  • Melhor Direção de Arte: Juliana Lobo, por “Privadas de Suas Vidas”
  • Melhor Figurino: Diana Moreira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
  • Melhor Trilha Sonora: Daniel Nolasco, por “Pequenas Tragédias”
  • Melhor Edição de Som: Lucas Coelho, por “Sabes de Mim, Agora Esqueça”
  • Melhor Montagem: Luciano Carneiro, por “Pequenas Tragédias”
  • Prêmio Abraccine: “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro

Mostra Brasília — 29º Troféu Câmara Legislativa do DF

  • Melhor Longa-Metragem — Júri Oficial: “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça
  • Melhor Longa-Metragem — Júri Popular: “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça
  • Melhor Curta-Metragem — Júri Oficial: “Dora”, de Murilo Abreu
  • Melhor Curta-Metragem — Júri Popular: “Hacker Leonilia”
  • Melhor Direção: Rafael Lobo, por “Mapas”
  • Melhor Roteiro: Talita Carvalho, por “Madre”
  • Melhor Atriz: Micheli Santini, por “Dora”
  • Melhor Ator: Lupe Leal, por “Impostor”
  • Melhor Fotografia: Petrônio Neto e Nicolau, por “Ar-Dor”
  • Melhor Direção de Arte: Lucas Gehre e Nadine Diel, por “Mapas”
  • Melhor Trilha Sonora: João Tomé, por “Nem Todos Sabem”
  • Melhor Edição de Som: Bernardo Paixão, por “Ar-Dor”
  • Melhor Montagem: Arthur Gonzaga, por “A Arte Perdida da Lombada”

Outros prêmios da 59ª edição

A premiação também reconheceu produções nas mostras Caleidoscópio e em categorias especiais.

  • Prêmio Fipresci: “Os Fantasmas Gentis”, de Caetano Gotardo
  • Prêmio Jean-Claude Bernardet — Júri Jovem UnB: “Mulheres do Bando”, de Thamires Vieira
  • Prêmio Especial do Júri: “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann
  • Troféu Saruê: “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann
  • Menção Honrosa — Longa: Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
  • Menção Honrosa — Curta: “Mariposa”
  • Melhor Filme de Temática Afirmativa — Codipir: “Tiró e a Onça”, de Wera Poty
  • Prêmio Zózimo Bulbul — Melhor Longa: “Ana, En Passant”, de Fernanda Salgado
  • Prêmio Zózimo Bulbul — Melhor Curta: “Mariposa”, de Alexandre Américo e Pedro Vitor
  • Prêmio Marco Antônio Guimarães: “Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha”
  • Prêmio Canal Brasil: “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier

A 59ª edição do Festival de Brasília chegou ao fim após nove dias de programação dedicada ao cinema brasileiro. Segundo a organização, o evento reuniu 34.810 pessoas em suas atividades.

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro reforçou mais uma vez a importância do Cine Brasília e da capital federal no calendário nacional do audiovisual.

Siga @cadebrasilia e receba as principais notícias, eventos e novidades da cultura no DF.

Publicidade

Você também pode gostar 👍

Este site utiliza cookies para melhorar a sua experiência. Assumiremos que você concorda com isso, mas você pode optar por não aceitar, se desejar. Aceitar Leia mais

Política de Privacidade e Cookies