
“Se Eu Fosse Vivo… Vivia” levou o principal prêmio da Mostra Competitiva Nacional; “Tudo é Tempo” foi escolhido pelo público entre os longas.
O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou os vencedores das mostras competitivas neste sábado (19), durante a cerimônia de encerramento realizada no Cine Brasília, na Asa Sul.
Na Mostra Competitiva Nacional, o Troféu Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial ficou com “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, de André Novais Oliveira. Já o prêmio de Melhor Curta-Metragem foi para “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro.
Na votação popular, os favoritos foram “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann, entre os longas, e “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia, entre os curtas.
“Se Eu Fosse Vivo… Vivia” vence como melhor longa
O filme de André Novais Oliveira, de Minas Gerais, recebeu o principal Troféu Candango da Mostra Competitiva Nacional.
A produção também conquistou os prêmios de Melhor Roteiro, para André Novais Oliveira, e Melhor Figurino, para Diana Moreira.
O longa ainda recebeu uma Menção Honrosa para Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira. A escritora participa do elenco em sua estreia como atriz.
Já “Pequenas Tragédias”, de Daniel Nolasco, foi um dos grandes destaques da premiação. O filme venceu em Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator, para Guilherme Théo, além do Prêmio Abraccine de Melhor Longa-Metragem.
“Cana” é eleito melhor curta pelo júri
Entre os curtas, “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro, recebeu o Troféu Candango de Melhor Curta-Metragem pelo Júri Oficial.
A produção também levou os prêmios de Melhor Ator, para Gerin Black, e Melhor Trilha Sonora, além do Prêmio Abraccine de Melhor Curta-Metragem e do Prêmio Canal Brasil.
Pelo voto popular, o prêmio de Melhor Curta-Metragem ficou com “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia.
“Tudo é Tempo” vence pelo voto popular
O documentário “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann, foi escolhido pelo público como Melhor Longa-Metragem da Mostra Competitiva Nacional.
A produção também recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Troféu Saruê.
O resultado fez do filme um dos principais destaques da edição de 2026.
Mostra Brasília tem vitória dupla de “Onde Moram os Irmãos”
Na Mostra Brasília – 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, o longa “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça, foi escolhido como Melhor Longa-Metragem tanto pelo Júri Oficial quanto pelo Júri Popular.
Entre os curtas, “Dora”, de Murilo Abreu, venceu pelo Júri Oficial, enquanto “Hacker Leonilia” foi escolhido pelo Júri Popular.
A mostra também premiou profissionais em categorias como direção, roteiro, atuação, fotografia, direção de arte, trilha sonora, edição de som e montagem.
Veja a lista completa dos vencedores
Mostra Competitiva Nacional — Troféu Candango
Curtas-metragens
- Melhor Curta-Metragem — Júri Oficial: “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro
- Melhor Curta-Metragem — Júri Popular: “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia
- Melhor Direção: Catapreta, por “Fundura”
- Melhor Roteiro: Nicolau, por “Gastronomia do Olho”
- Melhor Atriz: Leviathan, por “Futuro Decadance”
- Melhor Ator: Gerin Black, por “Cana”
- Melhor Fotografia: Gabriel Lucena, por “Gastronomia do Olho”
- Melhor Direção de Arte: Catapreta, por “Fundura”
- Melhor Figurino: Leviathan, por “Futuro Decadance”
- Melhor Trilha Sonora: Daniel Rone e Guilherme Xavier, por “Cana”
- Melhor Edição de Som: Daniel Nunes, por “Fundura”
- Melhor Montagem: Leviathan, por “Futuro Decadance”
- Prêmio Abraccine: “Pequenas Tragédias”, de Daniel Nolasco
Longas-metragens
- Melhor Longa-Metragem — Júri Oficial: “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, de André Novais Oliveira
- Melhor Longa-Metragem — Júri Popular: “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann
- Melhor Direção: Daniel Nolasco, por “Pequenas Tragédias”
- Melhor Roteiro: André Novais Oliveira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
- Melhor Atriz: Martha Nowill, por “Privadas de Suas Vidas”
- Melhor Ator: Guilherme Théo, por “Pequenas Tragédias”
- Melhor Atriz Coadjuvante: Aivan, por “Pequenas Tragédias”, e Olivia Torres, por “Privadas de Suas Vidas”
- Melhor Ator Coadjuvante: Lucas Leto, por “Todo o Sentimento”
- Melhor Fotografia: Victor de Melo, por “Sabes de Mim, Agora Esqueça”
- Melhor Direção de Arte: Juliana Lobo, por “Privadas de Suas Vidas”
- Melhor Figurino: Diana Moreira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
- Melhor Trilha Sonora: Daniel Nolasco, por “Pequenas Tragédias”
- Melhor Edição de Som: Lucas Coelho, por “Sabes de Mim, Agora Esqueça”
- Melhor Montagem: Luciano Carneiro, por “Pequenas Tragédias”
- Prêmio Abraccine: “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro
Mostra Brasília — 29º Troféu Câmara Legislativa do DF
- Melhor Longa-Metragem — Júri Oficial: “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça
- Melhor Longa-Metragem — Júri Popular: “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça
- Melhor Curta-Metragem — Júri Oficial: “Dora”, de Murilo Abreu
- Melhor Curta-Metragem — Júri Popular: “Hacker Leonilia”
- Melhor Direção: Rafael Lobo, por “Mapas”
- Melhor Roteiro: Talita Carvalho, por “Madre”
- Melhor Atriz: Micheli Santini, por “Dora”
- Melhor Ator: Lupe Leal, por “Impostor”
- Melhor Fotografia: Petrônio Neto e Nicolau, por “Ar-Dor”
- Melhor Direção de Arte: Lucas Gehre e Nadine Diel, por “Mapas”
- Melhor Trilha Sonora: João Tomé, por “Nem Todos Sabem”
- Melhor Edição de Som: Bernardo Paixão, por “Ar-Dor”
- Melhor Montagem: Arthur Gonzaga, por “A Arte Perdida da Lombada”
Outros prêmios da 59ª edição
A premiação também reconheceu produções nas mostras Caleidoscópio e em categorias especiais.
- Prêmio Fipresci: “Os Fantasmas Gentis”, de Caetano Gotardo
- Prêmio Jean-Claude Bernardet — Júri Jovem UnB: “Mulheres do Bando”, de Thamires Vieira
- Prêmio Especial do Júri: “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann
- Troféu Saruê: “Tudo é Tempo”, de Marcos Guttmann
- Menção Honrosa — Longa: Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
- Menção Honrosa — Curta: “Mariposa”
- Melhor Filme de Temática Afirmativa — Codipir: “Tiró e a Onça”, de Wera Poty
- Prêmio Zózimo Bulbul — Melhor Longa: “Ana, En Passant”, de Fernanda Salgado
- Prêmio Zózimo Bulbul — Melhor Curta: “Mariposa”, de Alexandre Américo e Pedro Vitor
- Prêmio Marco Antônio Guimarães: “Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha”
- Prêmio Canal Brasil: “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier
A 59ª edição do Festival de Brasília chegou ao fim após nove dias de programação dedicada ao cinema brasileiro. Segundo a organização, o evento reuniu 34.810 pessoas em suas atividades.
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro reforçou mais uma vez a importância do Cine Brasília e da capital federal no calendário nacional do audiovisual.
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